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Serão seis cores disponíveis do novo smartphone, quase tablet – Imagem: Divulgação

Poucos dias depois do anúncio do lançamento de seu principal smartphone, o Mi 4, a Xiaomi continua na firme batalha de dominar o mercado Chinês. Desta vez a aposta é uma atualização de seu produto mais vendido, o smartphone Redmi Note (quase um tablet pelo tamanho). Vale lembrar que recentemente a consultoria Canalys publicou um estudo afirmando que as vendas no primeiro semestre da Xiaomi já superaram a líder Samsung.

O novo Redmi 4G tem configuração muito boa para o preço. O processador é um Snapdragon 400, com quatro núcleos rodando no máximo a 1,6 GHz. A memória RAM é de 2 GB e o armazenamento interno continua com 8 GB, expansível via micro SD até 64 GB. A tela de 5,5 polegadas, com resolução de 1280 por 720 pixels, continua como um dos principais atrativos. Infelizmente para dar espaço para o 4G LTE (com verões para as tecnologias TDD-LTE e FDD-LTE), o smartphone perdeu o suporte a dual SIM.

A câmera traseira do dispositivo tem 13 megapixels, com abertura de f/2.2. A câmera frontal tem 5 megapixels, o que deve fazer boa diferença nas selfies. A bateria interna tem capacidade de 3100 mAh. E ele ainda tem Wi-Fi 802.11 ac e Bluetooth 4.0 LE.

O sistema operacional é o Android 4.2 Jelly Bean com a customização MIUI v5. Este parece ser um dos grandes pontos negativos. Embora o preço seja convidativo. O Redmi Note 4G custará 999 yuans, ou o equivalente a 370 reais, sem impostos ou despesas de envio. Se estivesse no Brasil, a concorrência seria desleal.