Historicamente, o Firefox conseguiu a façanha de atormentar a vida da Microsoft ao quebrar a hegemonia do Internet Explorer. Anos depois, no entanto, viu a novela se repetir, mas no papel de “vítima”, embora de maneira menos dramática: o Google Chrome foi lançado e, desde então, tem recrutado usuários que até então preferiam o Firefox. Mas a Mozilla tem planos para pelo menos tentar amenizar a situação.

Em um post publicado em hacks.mozilla.org, Robert Nyman, evangelista técnico da Mozilla, relatou uma série de medidas a serem implementadas em relação ao Firefox já em 2012. Uma delas diz respeito às atualizações do softwares: estas acontecerão automaticamente a partir do Firefox 13, de maneira discreta, tal como já ocorre com o Google Chrome.

A exemplo do que já acontece no Firefox 11, haverá um esforço para que as novas versões do browser sejam compatíveis com as extensões existentes para o navegador desde a versão 10, já que a falta de compatibilidade destes complementos é um dos principais “efeitos colaterais” de cada grande atualização do programa. Também será possível sincronizar extensões (recurso já existente na atual versão, o Firefox 11), ou seja, usar os mesmos complementos automaticamente em mais de uma máquina.

Outras mudanças dizem respeito: à interface gráfica, que deverá sofrer grande alteração (especialmente no Windows 8, para ficar coerente à interface Metro); à constante busca por desempenho, considerando inclusive melhor gerenciamento de abas, novo motor para JavaScript e redução do consumo de memória; melhorias no suporte à CSS (Cascading Style Sheets); entre outros.

Atualmente, o Firefox está na versão 11. A versão 12 deverá ser disponibilizada no final de abril de 2012, ficando a edição 13 para o mês de junho.

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