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Na traseira os controles multimídia presentes no LG G2 – Imagem: Divulgação

Depois de ter anunciado a produção de telas curvilíneas, a empresa coreana LG divulga com detalhes a especificação do novo smartphone, o LG Flex. Para alguns, a configuração parece mais interessante do que ter uma tela côncava.

O novo aparelho tem as seguintes configurações:

• Sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean;
• Processador Snapdragon 800 com quarto núcleos rodando no máximo a 2,26 (Qualcomm MSM 8974) e GPU Adreno 330 rodando no máximo a 450 MHz;
• Tela de 6 polegadas com resolução de 1280 por 720 pixels, do tipo P-OLED;
• Memória RAM de 2 GB LPDDR3;
• Armazenamento de 32 GB;
• Câmera traseira de 13 megapixels e frontal de 2,1 megapixels;
• Bateria com capacidade de 3500 mAh;
• Conexões: LTE, Bluetooth 4.0, micro USB 3.0, Wi-Fi 802.11ac e NFC;
• Dimensões LxAxP: 16,0 x 8,2 x 0,9 cm;
• Peso: 177 gramas.

Um detalhe interessante é que a LG menciona que este é o primeiro smartphone a ter uma tecnologia de autocura. Isto mesmo, a superfície traseira do aparelho tem acabamento que é capaz de se curar após pequenos riscos. Para aqueles que não gostam de usar capas e películas de proteção, parece que a tecnologia amenizará a sensação de não ser atendido.

Mais prosaico, ainda que façam algum sentido, são as justificativas da LG para a tela curvilínea. A curvatura do aparelho aproximaria o microfone das cordas vocais do falante usuário, melhorando a captação de áudio. Há a menção do científico acréscimo de 3 decibéis. O corpo curvado se ajustaria melhor ao bolso traseiro – este interlocutor pergunta enfaticamente: Oi! Eu li direito? Melhor ainda seria o ângulo de visão, semelhante as lousas e as salas de cinema preparadas, ainda que o painel não seja IPS.

Melhor seria se os bravos cidadãos do marketing tivessem usado a nossa referência de curva:

“Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein.” – Oscar Niemeyer

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