Sempre lembrado como um fracasso retumbante, o LaserDisc deveria ocupar um lugar de mais destaque na indústria do entretenimento. O espalhafatoso disco prateado, que tinha as mesmas dimensões de um LP, foi pioneiro no uso de áudio digital e serviu como ensaio para a criação de CDs e DVDs.

Criado em 1978 nos Estados Unidos, o bolachão laser se destacava pela qualidade da imagem, a possibilidade de navegar pelos capítulos dos filmes e o conteúdo extra. Nos anos 1980, a Pioneer assumiu o controle do formato e tentou transformá-lo numa alternativa de alta-definição para as fitas cassete. O preço salgado dos players e dos discos, que custavam até 100 dólares, enterrou as chances de sucesso do LaserDisc.

 

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