Minha busca por algo similar ao Entry Plug do anime Evangelion pode nunca ter um final feliz, mas a empresa canadense MWE Lab tem uma alternativa na série de produtos Emperor. De fato, meu título é enganoso. A Emperor 1510 LX e suas companheiras não são poltronas: elas são “ambientes modernos de trabalho”, nas palavras da própria MWE Lab. O “ambiente” em questão combina um assento de couro italiano com uma estrutura de aço que sustenta até cinco monitores e um sistema de som projetado pela Bose. Vou deixar o preço para depois para que você não caia da sua modesta cadeira.

Mais especificamente, o intuito da Emperor LX 1510 é sustentar três telas de 27″ e duas de 19″ para facilitar tarefas que exigem multitasking intenso. Por incrível que possa soar, a LX 1510 é o modelo mais novo da linha Emperor, mas não é o mais avançado. O carro-chefe da MWE Lab é a EMperor 200, um verdadeiro absurdo de luxo. Construída artesanalmente em PVC e alumínio, ela possui um painel touchscreen que controla a temperatura e até a qualidade do ar ao redor da poltrona (sim, ela tem um filtro HEPA embutido). Quem comprar a 1510 XL vai ter que se contentar com o peso extra do aço, mas terá a vantagem de contar com um porta-copos que, por algum motivo, não foi incluído na 200. Como era de se esperar, ambas possuem todo tipo de ajuste automático de encosto.

Para finalmente tocar nesse assunto delicado, os compradores da 1510 XL também economizam muito em relação à 200. Enquanto a Emperor mais avançada sai por incríveis 49,150 dólares, o novo modelo é mais “acessível” graças ao seu preço de 21,500 dólares. Existe ainda uma opção “popular”, a Emperor 1510 (sem o XL), que perde alguns luxos como o painel touchscreen para ganhar uma etiqueta de preço de 5,950 dólares.

Os três “ambientes de trabalho” podem ser complementados com extras que elevam ainda mais seu preço, de maneira similar ao que ocorre na venda de carros. A Emperor 200, por exemplo, pode ganhar mesas de vidro temperado e um pedestal programável. Falta apenas um robô gigante para abrigá-la.

 

Via Ars Technica

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