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Na última segunda-feira, completaram-se trinta anos do lançamento do Famicom (diminutivo para “Family Computer”), pela Nintendo, no Japão. O videogame seria lançado dois anos depois nos Estados Unidos, como Nintendo Entertainment System, ou NES, forma pela qual ficaria conhecido.

Rapidamente, o Famicon/NES tornou-se o console mais vendido no planeta, fazendo a Nintendo ultrapassar a Atari como a maior produtora de videogames no final dos anos 1980. Mais de 60 milhões de unidades do console foram vendidas no mundo todo.

O videogame era tão popular que gerou diversos clones pelo mundo, especialmente em lugares onde o NES ainda não havia sido lançado oficialmente, como na África e America do Sul. Os aparelhos eram desenhados para replicar o funcionamento e ser compatível com os cartuchos do Famicom.

No Brasil, o primeiro dos “Famiclones” foi o Dynavision, produzido pela Dynacom em 1989. Em 1990, a CCE lançou o Top Game, cuja grande novidade era a compatibilidade com cartuchos de 72 pinos, que correspondia ao formato americano, mais acessível aos brasileiros. O clone mais famoso do NES foi o Phantom System, lançado em 1991, pela Gradiente. O curioso era que os controles do Phantom eram uma replica perfeita dos controladores do Mega Drive, produzido pela Sega, empresa arquirrival da Nintendo na época.

O NES seria lançado oficialmente no Brasil apenas em 1993, compatível com os cartuchos americanos lançados para o videogame. O console foi produzido no país pela Playtronic, uma joint venture entre a Estrela e a Gradiente.

 

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