iPhone

 

No ultimo sábado, o iPhone completou seis anos de vida. Lançado em 29 de junho de 2007, o telefone vendeu 6,1 milhões de unidades até julho do ano seguinte, quando foi substituído pelo iPhone 3G. Desde então, o aparelho teve outras seis gerações diferentes e vendeu 250 milhões de unidades. Mas, se hoje o produto da Apple é considerado o produto que transformou o cenário da telefonia celular, na época ele era visto com muitas ressalvas por especialistas em tecnologia.

Em março de 2007, em um blog do Wall Street Journal, o jornalista John Dvorak escreveu um artigo afirmando que a Apple deveria desistir de seu celular. Segundo o colunista, lançar um produto em um mercado consolidado como o da telefonia móvel seria um grande risco para Apple, principalmente por competir com a Nokia e a Motorola, “os dois players que dominam tudo”. Seis anos depois, a Nokia sofre com as baixas vendas, conforme a edição de junho da INFO mostrou, enquanto a unidade mobile da Motorola foi vendida para o Google, em agosto de 2011.

Mais próximo do lançamento do celular, Seth Porges, do TechCrunch, previa que o aparelho da Apple seria um fracasso. De acordo com o analista, o grande problema do celular era a touchscreen:  ”Não fique surpreso se um grande contingente de compradores do iPhone expressarem algum remorso por dispensarem o BlackBerry”. Desde então, praticamente todas as empresas de telefonia celular lançaram algum aparelho com uma tela sensível ao toque.

A INFO testou e aprovou o primeiro iPhone na edição de outubro de 2007, ao lado do então recém-lançado iPod Touch. “A tela de 3,5″ sensível ao toque do iPhone e do iPod Touch é o recurso mais sensacional da dupla”, escreveu Airton Lopes em sua análise dos aparelhos.

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