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A segunda edição do INFOStart acontece nesta segunda-feira, 11, em São Paulo. A premiação elegerá as startups mais inovadoras de 2013, e tem cinco finalistas na categoria 8 bits e outros cinco na 16 bits. Você pode conhecê-los aqui e acompanhar a seguir a cobertura ao vivo do evento, que começa às 19h30 (horário de Brasília). Aperte F5 para atualizar a página e não perder nada.

19h09 – O Kia Ora Pub já está cheio, e o INFOStart está prestes a começar.

19h23 – Os integrantes de cada uma das dez equipes terão cinco minutos para apresentar a startup aos cinco jurados.

19h31 – O júri é formado por Andiara Petterle (e-Bricks), Fábio Bruggioni (e-Bricks), Francisco Jardim (SPventures), Jonas Gomes (Bozano Investimentos), Manoel Lemos (Editora Abril), Paulo Humberg (A5), Pedro Waengertner (Aceleratech), Pedro Melzer (eBricks) e Sylvio Mode (Anjos do Brasil).

19h37 – As finalistas na categoria 8 bits (“iniciantes”) são a Aprendizado Coletivo (plataforma com conteúdo pedagógico voltada para estudantes e escolas do ensino médio), a ARCO (serviço de compra e venda de produtos por meio do Instagram), a CLAPME (oferece a bandas e artistas independentes um palco virtual para a transmissão ao vivo de shows), a InEvent (desenvolveu um app para organizar e oferecer interações durante eventos) e a PEBmed (cria apps para médicos e estudantes de medicina, auxiliando a prática e o aprendizado).

19h40 – Na categoria 16 bits (“consolidadas”), as finalistas são GRUBSTER (plataforma para reservas com desconto em restuarantes), KIDOTECA (desenvolve apps e games educacionais para crianças do ensino básico), PONTOSEC (atua em segurança da informação), MAXMILHAS (marketplace que faz a intermediação entre compra e venda de passagens aéreas usando milhas) e a METAMÁQUINA (fabricante de impressoras 3D com equipamentos de custo acessível).

19h51 – A diretora de redação da INFO Katia Militello sobe ao palco para anunciar o início do evento. “O objetivo do INFOStart é ajudar as startups a sair do zero. Tivemos mais de 300 empresas inscritas em nosso site.”

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19h53 – As duas vencedoras ganharão uma matéria na INFO, enquanto as outras oito finalistas terão um perfil publicado na revista. Além disso, levarão um troféu simbólico, e todas as dez ganharão um voucher para uma consultoria.

19h55 – A primeira startup a se apresentar é o ClapMe, o “maior palco virtual do mundo”. Quem apresenta é Cauê Castellani. “Antes, durante e após o show, o artista pode disponibilizar seus produtos no site.”

19h57 – “A ideia da startup é ser uma alternativa mais intimista entre artista e fã.” As performances dos artistas são avaliadas por um sistema do próprio serviço. O CalpMe nasceu em maio de 2013 e tem mais de 200 mil seguidores nas redes sociais, além de parceiros, como Vivo, e distribuidores de conteúdo.

19h58 – O modelo de negócios é freemium, com a possibilidade de artistas terem palcos patrocinados.

20h00 – “Streaming já é a primeira fonte de busca de música pelos jovens”, o que mostra o apelo do ClapMe.

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20h01 – “E você? Quer aplaudir ou ser aplaudido?”, finaliza Cauê.

20h02 – O próximo a entrar no palco é Diego Dias, fundador do Aprendizado Coletivo. “Acreditamos que a educação mudou nossas vidas.”

20h03 – “Tentamos resolver problemas que são comuns tanto à rede pública quanto à rede privada.”

20h04 – O objetivo da startup é fornecer conteúdo de qualidade e bem organizado, que consiga “rastrear” e acompanhar o desempenho dos alunos. “A escola elabora uma prova a partir do banco de questões do site e confere as respostas, avaliando o desempenho.”

20h06 – A concorrência do Aprendizado Digital no mundo é muito fraca, mostrando que o apelo da startup é forte.

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20h07 – Quando ia apresentar as parcerias, os cinco minutos de Dias acabaram. Começa a rodada de perguntas, com o fundador explicando os diferenciais do site. “Primeiro diferencial: nós identificamos e tratamos, atuamos no dia a dia da escola.”

20h10 – “Nosso banco de dados ainda é pequeno, e temos que levantar 500 mil reais para desenvolver o produto.” Mas é preciso ainda desenvolver o banco de questões, de provas.

20h13 – A próxima startup é a Arco, e quem apresenta é Luciana Obniski. O serviço de pagamentos móveis possibilita a compra e a venda de produtos no Instagram.

20h15 – Um vendedor marca o produto com uma hashtag, e, na página do Arco, o comprador comenta com “compra” e finaliza a aquisição. A startup arrecadou 10 mil reais em três meses de vendas.

20h16 – “Hoje, levar um usuário de rede social para seu site e fazê-lo concluir uma compra é um pouco difícil.”

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20h18 – A ideia é fazer parcerias, diminuir taxas, conseguir produtos diferentes (CDs autografados, por exemplo) e novos negócios.

20h20 – “Em princípio, é preciso uma liberação do próprio Instagram, que conseguimos depois de meses – e somos os maiores por sermos os primeiros”, diz Luciana.

20h23 – “Queremos ser o serviço de pagamento da sua rede social preferida, e não só do Instagram.”

20h24 – Pedro Gemal sobe ao palco para falar da PEBMed, empresa formada por três médicos com domínio da profissão – e de produção e comunicação, dominando todas as etapas do processo de produção. Não dependem de terceiros.

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20h26 – Muitos doutores usam smartphones. “Um médico brasileiro usa um dispositivo móvel, e na maior parte do tempo, aplicativos médicos.”

20h27 – O foco da empresa é o desenvolvimento de apps médicos, voltados para estudantes e profissionais da área. “Nós conseguimos chegar ao nosso ponto atual com pouco investimento, e o lucro foi maior do que esperávamos.” A proposta é ampliar o conhecimento médico para outros usuários além daqueles relacionados com a medicina.

20h31 – Os apps já podem ser comprados por qualquer usuário, e são os mais vendidos na categoria na App Store, na Play Store e no BlackBerry. São produzidos pelos próprios sócios, com base na bibliografia médica atual, com preço médio de seis dólares e mais de 70 mil downloads apenas no iOS.

20h32 – A praticidade é a facilidade de atualizar e de carregar – em vez de um pesado livro, usa-se o smartphone.

20h33 – Pedro Góes, da InEvent, sobe ao palco. A startup oferece uma plataforma para interação em eventos.

20h34 – Ao longo do evento, um usuário recebe lembretes para dar um feedback sobre a realização.

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20h35 – O aplicativo está disponível para iOS e Android, e pode “se vender” para organizadores de eventos e por meio de parcerias com empresas que precisam de uma estrutura mobile, por exemplo.

20h38 – O mercado é de milhões de pessoas, com faturamento esperado, nos primeiros meses, de 140 mil reais.

20h40 – Fim das apresentações dos 8 bits. A premiação ainda inclui dois smartphones, dois MBAs da FIAP e 20 mil reais em serviços da Locaweb.

20h41 – A primeira das finalistas dos 16 bits sobe ao palco: é a MaxMilhas, e quem fala é Max Oliveira.

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20h43 – “Começamos há dez meses, como um produto um pouco inviável.” A empresa está, hoje, com média de 50% de crescimento mensal. Investimentos devem girar na casa de 500 mil a 1 milhão, sendo 20% para pessoal e estrutura e 80% para estratégia de marketing, para consolidar a marca.

20h44 – A empresa funciona como um marketplace para compra e venda de passagens aéreas emitidas por milhas, de forma a tentar garantir bilhetes mais baratos.

20h46 – “Fazemos o pagamento em até 20 dias, transferência por conta bancária.”

20h47 – “Não há ninguém no mercado que faça essa revenda de milhas.”

20h48 – A startup nunca recebeu investimentos, e ainda assim já tem uma estrutura própria e fatura.

20h50 – O desafio começou em trazer vendedores, mudou para trazer compradores, e hoje a situação está equilibrada. É preciso agora trazer reconhecimento.

20h51 – A próxima startup é a Kidoteca, e Stanislas Hauptmann sobe ao palco.

20h52 – A empresa produz games educacionais para crianças.

20h53 – Os problemas dos aplicativos para crianças, hoje, são o conteúdo impróprio, as compras internas e a imensa variedade, segundo Hauptmann.

20h54 – A Kidoteca visa conquistar a confiança dos pais, tanto no Android quanto no iOS.

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20h55 – Já vendem no mundo todo, fecharam parcerias com empresas para fazer a assinatura de aplicativos. Contam com mais de 500 mil downloads, sem gastos com publicidade, e já têm boa aceitação de pais, blogueiros e outros usuários.

20h56 – São dois mil downloads por dia, aliás. Mas poucos são pagos.

20h57 – A próxima startup é a Pontosec, apresentada por Guilherme Leite.

20h59 – O apelo da empresa de segurança está nos diversos problemas – espionagem, invasões, crimes virtuais…

21h00 – Com foco nas senhas, a Pontosec criou o Pontopass, sistema de gerenciamento, que “dá o poder ao usuário final para evitar a invasão por um cracker”.

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21h01 – O aplicativo conta com identificador de proxy, envia mensagens de WhatsApp ao usuário para checar se é o próprio que está acessando a conta e ainda traz um sistema de token. É todo baseado na nuvem, e cobram por número de usuários cadastrados. Sem concorrentes no Brasil usando o modelo em cloud, e com mais recursos que os do exterior.

21h03 – Qualquer falha é coberta pela própria Pontosec, embora as falhas não devam acontecer.

21h05 – Próximo startup é a Metamáquina, e o apresentador é Felipe Moura.

21h06 – Referência em impressão 3D no Brasil, a empresa já vendeu 150 máquinas do tipo.

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21h07 – O país já tem mais de um milhão de possíveis usuários da impressoras tridimensionais, segundo Moura. Mas os aparelhos ainda não são acessíveis ou sofrem com a pouca divulgação.

21h10 – Para espalhar os produtos, a Metamáquina criou seu próprio Marketplace. Já estão indo para o segundo modelo de impressora 3D – o que está em exposição aqui é o primeiro, laranja-transparente.

21h15 – A impressora é feita no Brasil, com alguns componentes importados – a parte eletrônica, especialmente. Mas é possível fazê-la no Brasil, com linhas de investimentos do governo, por exemplo. O modelo novo traz como diferencial a possibilidade de imprimir em duas cores, e por um preço menor.

21h16 – A última startup é a Grubster, apresentada por Pedro De Conti. O serviço online faz a reserva de restaurantes com 30 minutos de antecedência e garante descontos, tudo sem a necessidade de voucher, apenas do nome do cliente.

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21h17 – Empresas parcerias, como as de cartão, podem participar da “experiência” do cliente no restaurante – garantindo um drink de boas-vindas, por exemplo.

21h18 – É um círculo, formado por marcas, empresas e clientes, um influenciando o outro.

21h20 – A companhia enfrenta hoje a concorrência de empresas como Kekanto e Yelp, além de outros de compras coletivas. Mas todas as funções se “afunilam” no Grubster, que atrai clientes com as vantagens que oferece.

21h22 – Com o sistema de reservas, a empresa diminuiu a necessidade do “boca a boca” em restaurantes. Há estabelecimentos que querem colocar mesas para reserva no serviço, que ainda conta com a ajuda de parceiros como a Visa na divulgação.

21h25 – Apresentações finalizadas, e em cerca de cinco minutos, teremos os votos contabilizados.

21h38 – Na categoria 8 bits, a vencedora foi a startup Arco, de São Paulo. O serviço oferecido pela empresa permite comprar e vender produtos pelo Instagram de forma simples – basta postar a foto e marcar com uma hashtag.

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21h39 – Os sócios da empresa sobem ao palco para receber os prêmios da Locaweb, da FIAP e da própria INFO.

21h41 – Nos 16 bits, quem leva o troféu é a MaxMilhas, de Belo Horizonte, que criou um marketplace para compra e venda de passagens aéreas emitidas por milhas. Assim, clientes não perdem os bônus no vencimento.

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21h42 – Como no caso da Arco, os sócios da startup sobem ao palco para receber o cheque da Locaweb, o MBA da FIAP e o smartphone Moto X dado pela INFO.

21h43 – Com os troféus entregues, nossa coberta do INFOStart acaba por aqui. Esperamos que tenham gostado!

* Reportagem: Gustavo Gusmão / Fotos: Lucas Agrela

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