A partir das 8h desta sexta-feira (24/02/2012) será possível baixar do site da Receita Federal – www.receita.fazenda.gov.br – o programa para declaração do Imposto de Renda Pessoa Física deste ano (IRPF 2012). Normalmente, a ferramenta é liberada em março, mas a Receita decidiu se antecipar para evitar sobrecarga em seus servidores.

Apesar de adiantar a liberação do programa, o contribuinte só poderá transmitir sua declaração entre os dias 1º de março e 30 de abril de 2012 a partir da internet (via programa Receitanet) ou por meio de disquetes que devem ser entregues em agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal.

Em relação ao programa do ano passado há poucas mudanças. A mais sensível delas visa evitar um erro comum entre os contribuintes que têm imposto a pagar: desta vez, ao parcelar o pagamento, não será possível imprimir todas as guias de recolhimento de uma vez só, já que muitos cidadãos esquecem que é necessário adicionar correção via taxa Selic em cada mensalidade. A opção será a de imprimir as guias já corrigidas a partir do site da Receita Federal.

A instituição esperar receber ao menos 25 milhões de declarações neste ano. Em 2011 este número foi de 24,37 milhões. O aumento na quantidade é esperado por causa do ingresso de trabalhadores no mercado e de reajustes salariais que colocaram cidadãos dentro da faixa de renda mínima necessária para a declaração. A Receita aumentará a capacidade de seus servidores em 20% para evitar lentidões.

Neste ano, devem fazer declaração cidadãos que obtiveram renda superior a R$ 23.499,15 em 2011 ou que receberam no mesmo período rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte superiores a R$ 40.000. Também devem declarar contribuintes que obtiveram renda superior a R$ 117.495,75 em atividades rurais e donos de propriedades com valor acima de R$ 300.000, assim como pessoas que tiveram ganho de capital na alienação de bens ou investimentos na Bovespa.

Quem passar do prazo de declaração pagará multa de pelo menos R$ 165,74.

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GVTSe você concluiu o ensino superior entre dezembro de 2008 e dezembro de 2011, atenção: a GVT está com inscrições abertas para a edição 2012 de seu programa de trainee. Há vagas para várias áreas, como Engenharia, Marketing, Recursos Humanos e Tecnologia da Informação. Podem participar candidatos que concluíram os seguintes cursos:

Administração de Empresas; Ciência da Computação; Ciências Contábeis; Ciências Econômicas; Comércio Exterior; Direito; Engenharia da Computação; Engenharia Elétrica; Engenharia Eletrônica; Engenharia de Telecomunicações; Estatística; Marketing; Matemática; Psicologia; Publicidade e Propaganda; Relações Públicas; Sistemas de Informação; E similares a estes.

Em todos os casos, é necessário ter sólidos conhecimentos de informáticas, inglês avançado, disponibilidade para viagens ou mudança de estado.

As inscrições estarão abertas até 04 de março de 2012, com os testes seletivos começando no mesmo mês. Os candidatos contratados iniciarão suas atividades em junho de 2012.

Para inscrição e mais informações acesse www.trabalhenagvt.com.br.

Notícias relacionadas: Microsoft Brasil abre inscri

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Até os dias de hoje, muita gente vê a Microsoft como uma empresa “diabólica”, mas o fato é que, no mundo dos negócios, não existe companhias formadas só por “anjos” ou só por “demônios”. O que existe é uma necessidade imensa de dominar o mercado. As consequências são decisões que acabam inclusive parando nos tribunais, como o recente episódio envolvendo a Microsoft e uma das mais caras aquisições do Google, a Motorola.

A companhia criada por Bill apresentou uma denúncia contra a Motorola Mobility na Comissão Europeia alegando que esta última está tentando prejudicar as vendas de computadores com Windows, consoles Xbox e outros produtos. Como? Supostamente abusando das patentes que possui.

O que acontece é que a Motorola é dona de patentes dos mais variados tipos (foi por isso que o Google decidiu adquirí-la), entre elas, algumas de extrema importância relacionadas ao uso do padrão de vídeo H.264 em transmissões sem fio, que talvez você nunca tenha ouvido falar, mas certamente já utilizou ao visualizar conteúdo da Web via streaming. A Microsoft acusa a Motorola de cobrar muito caro por estas patentes.

Como exemplo, a companhia explica que um laptop com Windows que vale mil dólares requer pagamento pelas patentes em questão de 22,50 dólares. O problema é que, além destas, o equipamento conta ainda com cerca de 2.300 patentes obrigatórias relacionadas ao H.264 que pertencem a outras empresas. Sabe quanto é necessário pagar por todas elas? Dois centavos de dólar.

Este valor extremamente reduzido existe porque estas patentes são do tipo FRAND (Fair, Reasonable and Non-Discriminatory Terms), ou seja, fazem parte de um acordo amplo que facilita sua disponibilidade por serem essenciais ao mercado. O problema é que, na visão da Microsoft, a Motorola não está cumprindo a sua parte ao cobrar valores tão elevados.

Se esta situação se mantiver, a Microsoft teme se ver obrigada a encarecer seus produtos e, como consequência, ver seu volume de vendas cair. Se, por outro lado, optar por não usar as patentes, seus produtos serão “mutilados”. Estes são efeitos que podem ser sentidos por todo o mercado, razão pela qual a manifestação da Microsoft tem um título exageradamente dramático: “Google, não mate o vídeo na Web”.

É um assunto complexo e que, portanto, renderá vários capítulos, mesmo porque não sabe até ponto a denúncia é uma forma de defesa ou um meio bem elaborado de “enfraquecer” a concorrência. De qualquer forma, a Microsoft conta com um aliado de peso nesta disputa: recentemente, a Apple fez o mesmo tipo de queixa à Comissão Europeia contra a Motorola, com a diferença de tratar abertamente do assunto.

Referências: Microsoft on the Issues, Ubergizmo.

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Resumo da semana (13/02/2012 a 17/02/2012)

Em 18 de fevereiro de 2012, em InfoWester, Tecnologia da Informação, por InfoWester

Google foi destaque na semana!Podemos até estar em clima de Carnaval, mas o mundo não para por conta disso, pelo menos não quando o assunto é tecnologia. Prova disso é que esta foi uma semana bastante agitada na área, com destaque para o Google:

a empresa finalmente recebeu sinal verde dos Estados Unidos e da União Europeia para comprar de vez a Motorola; abriu vagas de estágio em sua unidade de São Paulo; comemorou a marca de 70 bilhões de requisições diárias em seu serviço de DNS; mas também levou um “soco” do Buscapé, que se uniu à FairSearch.org para evitar supostos abusos do buscador.

No mais:

Europeus saíram às ruas para protestar contra a proposta ACTA; A Samsung lançou mais um tablet, o Galaxy Tab 2; A produção de HDS na Tailândia só deve começar a se normalizar no terceiro trimestre; Angry Birds agora também pode ser jogado no Facebook; Microsoft abre inscrições para programa gratuito de capacitação em tecnologia; Oi oferece internet grátis via Wi-Fi no Rio de Janeiro e em Salvador; Direto do ReclameAQUI: queixas contra sites de compras coletivas dispararam em 2011; HP lança workstation “tudo-em-um” Z1, com tela de 27 polegadas.

Enquanto isso, lá no Blog InfoWester:

Porque eu fiquei decepcionado com a Sky Online; Vem aí o Mountain Lion, a nova versão do Mac OS X; Brincando um pouquinho com um Chromebook Samsung Series 5; O novo logotipo do Windows agora lembra mesmo uma janela.

Este foi o resumo desta semana. Até a próxima e bom Carnaval ;)

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Quando eu comecei a ter contato com PCs, o primeiro sistema operacional que experimentei foi o Windows 3.1 (nossa, agora eu me senti velho!). Desde então, o sistema ganhou inúmeras versões, mas em nenhuma delas eu conseguia enxergar claramente uma janela no logotipo (windows = janelas em inglês, como você deve saber). Mas isso acaba de mudar: a Microsoft divulgou hoje (17/02/2012) o logotipo do Windows 8 e, pela primeira vez, eu não precisei de esforço para enxergar uma janela ali:

Logotipo do Windows 8

Logotipo completo:

Logotipo do Windows 8

Trata-se de uma mudança bastante radical e, talvez, adequada à nova e ousada fase que o sistema operacional da Microsoft está prestes a entrar. O logotipo faz alusão à interface Metro do Windows 8, que divide as informações visuais em blocos, abusando de linhas retas e cores sólidas, fazendo com que o usuário tenha a sensação de combinação e continuidade entre os elementos visualizados.

O logotipo do Windows 8 é obra da Pentagram Design, que explicou sua criação dizendo: “seu nome é Windows [ou seja, Janelas]. Por que você é uma bandeira?”. É, de fato, os logotipos das últimas versões do Windows lembram mais uma bandeira em movimento do que uma janela. Só não sei ainda se gostei da nova imagem. E você, o que achou?

Referência: Blogging Windows.

Emerson Alecrim

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Durante a Campus Party 2012, o Renê Fraga, do blog Google Discovery, apareceu com um Chromebook Samsung Series 5 3G recém-adquirido. Satisfeito com a compra, fez questão de mostrar o portátil do Google a quem quisesse ver. Foi aí que eu pude brincar um pouquinho com a novidade.

Chromebook Samsung Series 5

Teclado confortável, estilo “chiclete”

Chromebook Samsung Series 5

Não tem menu Iniciar ou algo do tipo: o Chromebook abre direto numa aba

Chromebook Samsung Series 5

Uma das portas USB

Chromebook Samsung Series 5

A outra porta fica mais escondida

Chromebook Samsung Series 5

Detalhe para o logo do Chrome (foto roubada discaradamente do Google+ do Renê)

A primeira coisa que me chamou a atenção foi o tempo de boot: não calculei, mas se o dispositivo levou 10 segundos para carregar completamente o sistema operacional, foi muito. Tamanha velocidade também é percebida ao “acordar” o portátil depois do stand-by.

Para ser franco, sempre achei que tempo de boot não é uma característica muito importante, afinal, ninguém fica ligando e desligando o computador o tempo todo, mas me enganei: por incrível que pareça, com um boot tão rápido, a percepção de disponibilidade do equipamento é maior  e você acaba se sentindo mais motivado ao usá-lo.

Quanto ao sistema operacional em si – lembrando que o Chromebook utiliza o Chrome OS –, trata-se de uma experiência totalmente diferente: você não encontra um “menu Iniciar” ou algo do tipo; simplesmente se depara com uma aba aberta do navegador Chrome com atalhos para uma série de aplicativos on-line, semelhante ao modo que comumente encontramos em smartphones e tablets.

Tudo funciona de maneira integrada às nuvens, o que te dá uma baita sensação de segurança porque o seu conteúdo está todo on-line, podendo ser acessado de qualquer lugar, não havendo necessidade de salvar nada no notebook. Por outro lado, pode te colocar em uma situação complicada caso você não tenha, por algum motivo, acesso à internet no momento, o que não é nada comum no Brasil.

Outra característica do Chromebook que me agradou é a sua praticidade de transporte. Trata-se de um equipamento com dimensões e pesos suficientes para que você possa levá-lo sem transtornos numa mochila média ou mesmo em uma bolsa grande, no caso das mulheres: tela de 12,1 polegadas, espessura de cerca de 2 centímetros e peso de aproximadamente 1,5 quilo.

Ao experimentá-lo, você percebe claramente que não se trata de um dispositivo para ser usado como computador principal, mas para ser um “quebra-galho” nas tarefas cotidianas quando você está longe da sua mesa de trabalho: redigir textos, responder e-mails, acessar redes sociais, realizar edições simples em imagens, fazer videoconferência (sim, tem webcam), ouvir música enquanto trabalha, enfim. Ajuda neste aspecto o fato de a bateria ter autonomia de 8 horas, aproximadamente, uma taxa muito boa.

É por isso que suas especificações de hardware não são tão avançadas assim: o Chromebook Samsung Series 5 em questão tem processador Intel Atom N570 de 1,66 GHz (dual core), 2 GB de memória RAM e SSD de 16 GB, lembrando que o Chrome OS é todo baseado nas nuvens, daí não ter maior capacidade de armazenamento. De qualquer forma, é possível utilizar um pendrive ou um HD externo em uma de suas duas portas USB 2.0 ou conectar um cartão SD.

O Renê pagou cerca de 450 dólares pelo Chromebook (a versão sem 3G, só com Wi-Fi, custa por volta de 370 dólares), que foi trazido por um amigo que estava nos Estados Unidos. Há a expectativa de que a linha chegue oficialmente ao Brasil no meio do ano. Você compraria? Dependendo do preço, dá para pensar no assunto…

Emerson Alecrim

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Em dezembro de 2011, o Buscapé surpreendeu o mercado ao entrar com uma representação contra o Google na Secretaria de Direito Econômico, divisão ligada ao Ministério da Justiça do Brasil, por possíveis práticas anticompetitivas da companhia norte-americana. Hoje (16/02/2012) esta “novela” teve mais uma capítulo: o Buscapé anunciou a sua associação à FairSearch.org, entidade internacional que defende a concorrência mais “limpa” por parte dos buscadores.

A FairSearch.org conta com a participação de empresas como TripAdvisor (ramo de viagens), Microsoft e Expedia(também do ramo de viagens), sendo o Buscapé o primeiro associado brasileiro, que o faz também em nome do Bondfaro (pertencente ao Buscapé) e ao Já Cotei.

No atual cenário, o grupo busca evitar que o Google tire proveito de sua posição dominante nos serviços de busca para priorizar seus resultados em detrimento do que é oferecido por empresas que trabalham com pesquisas específicas, como comparação de preços e pacotes turísticos.

Na queixa apresentada à Secretaria de Direito Econômico, por exemplo, o Buscapé acusou o Google de apenas mostrar imagens de produtos do Google Shopping nas pesquisas executadas em seu mecanismo de busca e de dar prioridade ao seu serviço de comparação de preços nos resultados da maioria das pesquisas realizadas.

"Decidimos nos unir à FairSearch.org pela representatividade da associação, e por acreditar no mérito da causa do Buscapé e de todo o mercado de comparadores de preços. Acreditamos que as informações apresentadas ao consumidor como resultado de uma busca devem seguir os mesmos critérios para todos os participantes do mercado. A violação deste princípio afeta, especialmente, aos usuários de internet, que são os consumidores finais", explica Rodrigo Borer, executivo do Buscapé.

Até o momento, o Google não se pronunciou publicamente sobre o assunto.

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DNS do GoogleEm dezembro de 2009, o Google estreou o serviço Google Public DNS como forma de ajudar usuários do mundo todo a terem acesso mais rápido aos inúmeros serviços disponíveis na internet, inclusive os da própria empresa. Se a ideia deu certo? Os números falam por si só: pouco mais de dois anos após o seu lançamento, o serviço conta com cerca de 70 bilhões de requisições por dia, ou seja, é o maior do mundo!

Para quem não entende a importância do DNS, uma rápida explicação: cada site possui um endereço IP. Como o volume de sites é enormemente grande, servidores de DNS espalhados pelo mundo guardam uma relação que informa qual endereço está relacionado a determinadas páginas. O problema é que, dependendo do provedor de internet do usuário, este serviço pode ser lento ou conter alguma característica que incomode o usuário ou o impeça de acessar certos endereços.

Saiba mais sobre o assunto em O que é DNS?

É aí que serviços como Google Public DNS entram em ação: em vez de utilizar os endereços de DNS de seu provedor, o usuário pode usar as opções oferecidas pelo Google ou mesmo pela OpenDNS, por exemplo.

De acordo com o Google, seu serviço de DNS se tornou mais utilizado internacionalmente: atualmente, 70% das requisições tem origem fora dos Estados Unidos. Ciente da crescente demanda, a companhia também passou a oferecer endereços de DNS baseados em IPv6:

IPv4: 8.8.8.8 e 8.8.4.4; IPv6: 2001:4860:4860::8888 e 2001:4860:4860::8844.

Para quem é usuário do Windows 7, é possível utilizar o DNS do Google indo em Iniciar / Painel de Controle / Rede e Internet / Exibir o status e as tarefas da rede / Alterar as configurações do adaptador (canto superior esquerdo). Em seguida, basta clicar com o botão direito do mouse na conexão que você utiliza e escolher Propriedades. Depois é necessário ir à aba Rede, selecionar Protocolo TCP/IP versão 4, clicar em Propriedades, ativar a opção Usar os seguintes endereços de servidor DNS e informar a sequência 8.8.8.8 no primeiro campo e 8.8.4.4 no segundo. Para IPv6 o procedimento é semelhante, mas a opção a ser escolhida é Protocolo TCP/IP versão 6.

Se você é usuário de Linux, Mac OS X ou pretende informar os endereços de DNS da Google em um roteador, pode encontrar orientações em code.google.com/speed/public-dns/docs/using.html. Mais informações no link code.google.com/speed/public-dns.

Referência: Official Google Blog.

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Há tanta gente trabalhando em um modo de descobrir quando o iPhone 5 e o iPad 3 serão lançados, que muitos sequer consideraram a hipótese de que a Apple estaria prestes a anunciar uma nova versão do sistema operacional de seus computadores. Mas foi o que acabou de acontecer: a companhia apresentou hoje (16/02/2012) o OS X Mountain Lion.

OS X Mountain Lion: para as linhas Mac e MacBook

OS X Mountain Lion: para as linhas Mac e MacBook

O primeiro destaque da novidade não é inédito, mas mostra como o sistema está bem integrado às nuvens: o serviço iCloud está presente no Mountain View Lion de maneira ampla. Assim, se você trabalhar no iWork, por exemplo, poderá salvar o arquivo não só em seu computador como também em sua conta do iCloud, tudo de maneira intuitiva.

Outro destaque é o Messages, de certa forma já existente na versão mais recente do iOS e que agora entra no lugar do aplicativo iChat. O interessante é que, com a ferramenta, além de poder conversar com seus amigos via instant messenger (como o Google Talk ou o Yahoo! Messenger) ou videoconferência, o usuário pode enviar mensagens diretamente de seu computador para um amigo que está com um iPhone, por exemplo. Na verdade, está tudo sincronizado, então não importa se você estiver na frente do Mac ou do iPad: você vai receber a mensagem de qualquer maneira.

Messages: receba mensagens em qualquer dispositivo

Messages: receba mensagens em qualquer dispositivo

O que eu achei mais curioso é que o OS X Mountain Lion possui uma central de notificações que, de certa forma, funciona como no iPhone (e que alguns dizem ser oriundo do Android), avisando de aplicativos novos que devem ser atualizados ou de mensagens recebidas, por exemplo.

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A partir de hoje (15/02/2012), a Sky não vai ser mais apenas sinônimo de TV por assinatura. A empresa acaba de lançar o serviço Sky Online, que oferece filmes e seriados pela internet. Confesso que, de início, fiquei bastante empolgado por ter encontrado mais uma opção à Netflix, que considero um bom serviço, mas que tem acervo fraco para os meus gostos. Infelizmente, não demorou para que eu ficasse decepcionado com a novidade :(

Sky Online

A Sky Online funciona das seguintes formas:

Você pode alugar um filme: neste caso, você acessa o acervo , escolhe um filme e paga. Vi filmes com preços de 4,90 reais e 6,90 reais. Depois de pagar, você tem até 72 horas para assistí-lo e, a partir do momento em que o fizer, é possível revê-lo quantas vezes quiser em até 48 horas;

Você pode comprar um filme: vi preços entre 12,90 reais e 34,90 reais. Ao comprar, você pode fazer download do filme e assistí-lo quantas vezes quiser, mesmo sem acesso à internet, afinal, você o comprou;

Você pode contratar uma assinatura mensal (Clube Sky Online): a opção mais interessante! Ao escolhê-la, você paga 14,90 reais por mês e tem acesso ilimitado ao conteúdo on-line da Sky, via streaming. É recomendável ter conexão à internet de pelo menos 2 Mb/s para não enfrentar gargalos.

A ideia é excelente! O acervo de filmes e seriados tem títulos interessantes, apesar de não parecer muito grande, e também é possível ter acesso a desenhos animados e conteúdo esportivo. E eu também gostei do site, bastante agradável de se usar. Em contrapartida, há vários poréns. Para começar, os filmes só podem ser vistos se você tiver Silverlight. Tudo bem para usuários do Windows 7, mas quem tiver sistemas operacionais diferentes terá que instalar um plugin. Poderia haver uma versão com Flash, para tornar as coisas mais fáceis, não é mesmo?

Mas o pior mesmo está nos preços. Pagar 4,90 reais – ou 6,90 reais – para alugar uma filme não parece valer a pena. Se ao menos houvesse conteúdo em alta definição (HD), mas não há. Nestas circunstâncias, cada aluguel não deveria superar a casa dos 3 reais. Sem contar que determinadas produções só estão disponíveis para quem paga o Clube Sky Online.

Falando na assinatura mensal, há um asterisco ao lado do preço de 14,90 reais cujo significado eu demorei para encontrar: este valor é referente apenas aos seis primeiros meses; depois disso, a mensalidade pode subir para 19,90 reais. E nem há mês gratuito, como na Netflix, para degustação.

No que se refere aos filmes comprados, estes só podem ser assistidos a partir do aplicativo SKY Online Download Player, disponível gratuitamente para Windows e Mac OS X. Além de não poder assistir ao conteúdo em seu player favorito, você só pode acessá-lo em, no máximo três computadores. Tablet, smartphone, Xbox 360? Pelo menos por enquanto, esquece.

O problema que me deixou mais frustrado apareceu na hora de fazer o cadastro: pelo menos inicialmente, o Sky Online é exclusivo para quem já é assinante da Sky. Quem não é cliente é direcionado a uma página onde é possível escolher um dos pacotes de TV por assinatura da empresa. Para ser franco, eu queria testar a novidade, mas o trabalho de mudar de operadora de TV só para isso não vale a pena…

Neste ponto, entramos numa questão que eu já abordei no post sobre as propostas SOPA e PIPA: o principal problema da pirataria na internet é a falta de opções mais atraentes que as ilegais. Ora, há tantas limitações nos serviços legítimos, que o usuário muitas vezes acha mais prático baixar conteúdo da internet: ele pode assistir o vídeo no dispositivo que quiser, na hora que quiser, quantas vezes quiser, com o aplicativo que quiser, enfim.

Diante desta situação, eu continuo esperando ansiosamente por um serviço on-line que seja legal nos dois sentidos: compatível com a lei e com as necessidades dos usuários. E, bom, a Sky Online acabou de começar, então quem sabe ela seja este serviço em um futuro próximo.

Emerson Alecrim

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